ação " Plantas que curam" 2018 Monto uma barraca com medicamentos e mandingas que criei, junto com a benzedeira Yasmim Ferreira. E, durante algumas horas, convido pessoas a conversarem comigo sobre suas dores, cansaços e silenciamentos. Ao dizerem sobre suas dores, ofereço alguma dessas 6 receitas que criamos. Distribuo os Santinhos, que instrumentaliza o leitor a produzir seu próprio medicamento. E também ofereço nossos sabonetes, xarope ou massagens com a pomada de arnica hortelã e óleo de girassol. A performance "Plantas que curam", é uma pesquisa intervenção sobre processos de adoecimento e de produção de saúde para corpos negros. É uma aposta na cura. No tempo. Na natureza. No corpo. registros da ação de 3h, realizada no Morro da Fonte Grande. 01 de julho de 2018
Lembrar daquilo que esqueci, enquanto subo e desço a Fonte Grande (Vitória/ES, BR). Criar um mapa das fontes da Fonte Grande. É uma experiência estética de imersão que inicia-se em julho de 2018. É uma promessa que fiz pro meu avô, que descobri ser uma aposta que ele fez em mim. Subir e descer semanalmente a Fonte Grande durante o tempo que me for necessário viver.
domingo, 1 de julho de 2018
ação " Plantas que curam" 2018 Monto uma barraca com medicamentos e mandingas que criei, junto com a benzedeira Yasmim Ferreira. E, durante algumas horas, convido pessoas a conversarem comigo sobre suas dores, cansaços e silenciamentos. Ao dizerem sobre suas dores, ofereço alguma dessas 6 receitas que criamos. Distribuo os Santinhos, que instrumentaliza o leitor a produzir seu próprio medicamento. E também ofereço nossos sabonetes, xarope ou massagens com a pomada de arnica hortelã e óleo de girassol. A performance "Plantas que curam", é uma pesquisa intervenção sobre processos de adoecimento e de produção de saúde para corpos negros. É uma aposta na cura. No tempo. Na natureza. No corpo. registros da ação de 3h, realizada no Morro da Fonte Grande. 01 de julho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
Criei um conjunto de mandingas e medicamentos, para amenizar dores de corpos violentados pelo racismo. Silenciamentos, apagamentos, sequestros, perdas, genocídios. O adoecimento é uma experiência psíquica-corpórea. A saúde dos violentados, demanda modos de cura que estejam atentos para pontos específicos de nossos corpos, pois as dores da alma são sentidas na pele, carne e osso. silenciamentos fazem a garganta doer. Em nossos gestos, há pensamentos. E o pensamento, se produz no movimento do corpo. Sob orientação de uma benzedeira negra, utilizei do passado para compreender o presente e produzir temporalidades e corporeidades mais saudáveis.
Os Santinhos são distribuídos gratuitamente durante a ação "Plantas que curam". Uma estratégia para catalizar autonomias em sujeito adoecidos, afim de produzirem para si novos modos de se perceber e consequentemente criarem outras mandingas e medicamentos para suas dores, cansaços e esgotamentos.
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